Que as palavras da minha boca sejam agradáveis a ti
por Membro
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Sejam agradáveis as palavras de minha boca, e o pensamento do meu coração, diante de ti, ó SENHOR, minha rocha e meu Libertador.
— Salmo 19:14 (Bíblia Livre)
1 - Conclusão
O Salmo 19:14 nos convida a alinhar as nossas palavras exteriores e os nossos pensamentos mais íntimos com o caráter de Deus. A nossa vida mental e verbal deve refletir a nossa confiança na nossa Rocha.
2 - Contexto
Depois de meditar na revelação de Deus através da criação do universo e da beleza das suas leis escritas, o salmista conclui com uma oração pessoal de consagração da sua própria integridade interior.
3 - Explicação
3.1 - A integridade do interior
Deus não repara apenas nas nossas ações públicas ou palavras educadas. A meditação silenciosa do nosso coração é vista e cuidada por ele.
3.2 - O valor das nossas palavras
Nossas palavras têm poder de construir ou destruir. Consagrá-las a Deus significa desejar que nossa fala seja temperada com amor, graça e verdade.
3.3 - A Rocha que nos redime
A base desta oração é a confiança em Deus como nossa Rocha de proteção e Redentor que cura os nossos erros e desvios mentais.
4 - Aplicação
4.1 - Vigiar a qualidade dos pensamentos
Quando se pegar cultivando pensamentos de inveja, mágoa ou orgulho, pare e peça a Deus para limpar a meditação do seu coração.
4.2 - Falar palavras de vida e ânimo
Use a sua boca para elogiar, incentivar e consolar as pessoas hoje, evitando reclamações vazias e fofocas destrutivas.
4.3 - Descansar na Rocha protetora
Nas crises de autoimagem ou medo, firme os seus pés na certeza de que Deus é a sua segurança inabalável e o seu resgatador.
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